A Crise do Resfriamento Centralizado
Por décadas, a indústria de plásticos dependeu de sistemas de resfriamento centralizados. Embora potentes, esses sistemas possuem uma falha inerente: a uniformidade. Tentar resfriar múltiplos moldes com diferentes exigências térmicas usando uma única temperatura central é como tentar climatizar um prédio inteiro com apenas um termostato. O resultado é o desperdício de energia e a oscilação na qualidade das peças.
O resfriamento representa até 70% do tempo de ciclo na moldagem por injeção. Portanto, qualquer instabilidade na temperatura da água impacta diretamente a produtividade. É aqui que a descentralização do resfriamento, através da tecnologia Microgel, transforma a operação.
O Conceito de Unidade de Controle de Temperatura (TCU) com Resfriamento
O Microgel não é um chiller comum. Ele é uma Unidade de Controle de Temperatura (TCU) com um chiller condensado a água incorporado. Ao ser instalado ao lado da máquina injetora, ele elimina as longas tubulações que causam perdas de carga e oscilações térmicas.

A mágica acontece na sincronização. O sistema utiliza bombas de alta vazão e inversores de frequência para garantir que a água chegue ao molde com turbulência máxima (essencial para a troca térmica eficiente) e precisão de ±0,2°C.
A Ciência da Redução do Tempo de Ciclo
A principal métrica de sucesso para qualquer gerente de planta é o tempo de ciclo. Quando você garante uma temperatura estável e dedicada para cada molde, a física trabalha a seu favor.
> Redução de até 50%: Com o Microgel, é possível atingir temperaturas menores de forma constante, acelerando a solidificação do polímero.
> Repetibilidade: A milésima peça terá as mesmas dimensões da primeira, reduzindo drasticamente o índice de refugo e o custo de não-qualidade.
Conclusão: Um Ativo de Lucratividade.
Em 2026, o Microgel consolidou-se como o padrão para quem busca a Indústria 4.0. Ele transforma o resfriamento de uma utilidade passiva em uma ferramenta ativa de ganho de ROI (Retorno sobre o Investimento).



